Ora... hoje acordei (como em todos os outros dias, tenho o hábito de acordar) com um pensamento (ok, vários mas o que interessa é este) sobre o que as pessoas são e mostram ser. O porquê de fazerem tal coisa? Agradar, parecer melhor do que se é, esconder algo... (aqui está a referência a Dexter)
De facto, é algo complicado de se analisar, bom... no caso do Dexter não é difícil, ele é um assassino em série, é compreensível que queira esconder esse aspecto da sua vida de quem o rodeia! Nos outros casos não faz muito sentido pois mais cedo ou mais tarde a máscara vai cair e os efeitos serão bem piores do que nunca a ter usado. Conseguem-se descobrir estas pessoas no meio das outras que são genuínas? Alguns casos são óbvios, claro, mas outros não... leva tempo até conhecer alguém e só nos pormenores se consegue distinguir.
Isto soa tudo bastante mau... mas não é bem assim, tudo depende do tipo de relação que se tem com o mascarado, se a confiança não for algo a ter em conta então tanto melhor. É um gaijo porreiro... por outro lado, se se entra pelo campo das relações, então aí já é bem grave! Mais cedo ou mais tarde vai dar barraca!
E que quero eu dizer com tudo isto?! Nada... foi só algo que me ocorreu ao levantar... mas se a pessoa com quem partilham a vida por acaso tiver um conjunto de facas, bisturi e serras várias e disser que são apenas para colecção, era de desconfiar!
Continuação...
remexendo no leito do rio, procurando pensamentos perdidos e criando novos, levanta-se o que estava escondido e encontra-se o que não se procurava
30.4.08
14.4.08
aquele ritmo
Não sei se já falei disto, provavelmente sim. Mas não é por isso que não vou falar agora, até porque não me lembro do que terei dito, provavelmente algo semelhante ao que vou escrever a seguir.
O ritmo da música que ouvimos influencia-nos de tal forma que consegue transformar um dia triste e negativo numa festa em menos de nada! Como é que isto acontece? Porque é que isto acontece?
Não sou cientista para dizer ao certo... mas tenho cá uma teoria :p terá a ver com a pulsação e a batida da música, não só os graves como também os agudos. O que acontece é que se têm o mesmo ritmo a pulsação deixa de estar confinada ao espaço dentro do corpo, sincroniza-se com a música e esta entra no corpo alterando-o. Aqui entram as emoções, se estivermos tristes e ouvirmos uma música triste, esse estado vai manter-se, por outro lado, se ouvirmos uma música alegre, reggae é um óptimo exemplo disso (será que devo escrever "ótimo"??), o estado de espírito vai seguir o da música porque é algo que vem de fora, não só pelos ouvidos mas pelo tacto, não esquecer que este sentido cobre o corpo inteiro. Sendo uma experiência multissensorial faz com que o cérebro se deixe levar pela torrente de sensações e perde a noção do que estava a sentir...
Isto até pode ser um perfeito disparate! E isso nem me interessa pelo simples facto que gosto do efeito que a música tem em mim. Não só a alteração/manutenção do estado de espírito como também o isolamento, por vezes necessário, do mundo que me rodeia, não para fugir, não é isso. Para ver melhor. Por vezes, não tendo ruídos que me distraiam, consigo reparar em pequenas coisas como um pássaro a saltitar, uma flor diferente das outras, uma cara bonita no meio da multidão, mil e um pormenores que o barulho esconde.
Já agora, este post foi escrito ao som de reggae :D
Continuação...
O ritmo da música que ouvimos influencia-nos de tal forma que consegue transformar um dia triste e negativo numa festa em menos de nada! Como é que isto acontece? Porque é que isto acontece?
Não sou cientista para dizer ao certo... mas tenho cá uma teoria :p terá a ver com a pulsação e a batida da música, não só os graves como também os agudos. O que acontece é que se têm o mesmo ritmo a pulsação deixa de estar confinada ao espaço dentro do corpo, sincroniza-se com a música e esta entra no corpo alterando-o. Aqui entram as emoções, se estivermos tristes e ouvirmos uma música triste, esse estado vai manter-se, por outro lado, se ouvirmos uma música alegre, reggae é um óptimo exemplo disso (será que devo escrever "ótimo"??), o estado de espírito vai seguir o da música porque é algo que vem de fora, não só pelos ouvidos mas pelo tacto, não esquecer que este sentido cobre o corpo inteiro. Sendo uma experiência multissensorial faz com que o cérebro se deixe levar pela torrente de sensações e perde a noção do que estava a sentir...
Isto até pode ser um perfeito disparate! E isso nem me interessa pelo simples facto que gosto do efeito que a música tem em mim. Não só a alteração/manutenção do estado de espírito como também o isolamento, por vezes necessário, do mundo que me rodeia, não para fugir, não é isso. Para ver melhor. Por vezes, não tendo ruídos que me distraiam, consigo reparar em pequenas coisas como um pássaro a saltitar, uma flor diferente das outras, uma cara bonita no meio da multidão, mil e um pormenores que o barulho esconde.
Já agora, este post foi escrito ao som de reggae :D
Continuação...
9.4.08
24.3.08
porque a vida é feita...
... de pequenos nadas...
E são os pequenos nadas que guardamos na memória que se tornam grandes, enormes e valem a pena lembrar. Aquele pássaro a cantar ao amanhecer, por entre os primeiros raios de Sol... a brisa fresca naquele dia de Verão de calor intenso... um olhar trocado entre dois estranhos...
Pequenos nadas, é verdade, mas que no fim de contas valem mais que os verdadeiros nadas, as discussões, os problemas, o mau humor, o ódio, a inveja... lembrar-se-ão de mais, certamente. Estes sim, nadas, inutilidades que de dia para dia tendem a ser maiores, a ocupar mais o pensamento das pessoas e que acabam por tornar essas mesmas pessoas num conjunto de músculos, ossos, nervos, sangue, envoltos em pele... e com um enorme nada no lugar do cérebro.
Não é um texto de revolta, não ganharia nada com isso. Não é tão pouco uma forma de alerta, não tenho pretensões a guia espiritual ou coisa que o valha. Porque o estou a escrever então? Ora, o blog é meu! Posso botar cá o que bem entender... e quem não gostar, não lê ou lê.
Se há coisa que me faz maravilhas é a natureza, saber que sou um pequeno pontinho no seu universo e talvez, ainda que pareça insignificante, a minha presença seja absolutamente necessária para o seu equilíbrio. Outras linhas de pensamento levam-me no sentido oposto, o de ser nada mais que insignificante. O estranho é que isso não me assusta, nem me deprim, nada disso. Leva-me a pensar que sou importante, não para um universo de coisas que desconheço, que importaria a uma abelha nos E.U.A. se eu arrancasse um malmequer aqui? nada, sem discussão possível. No entanto, esse mesmo malmequer pode levar um sorriso a uma amiga triste, aqui estamos dentro do meu universo e dessa amiga, e portanto sou importante no meu mundo. Egocêntrico? Não. Cada um é o seu mundo, o seu universo. É no cruzamento de todos os universos únicos que se formam outros maiores, inclusivé o da abelha lá do outro lado do oceano e de todas as coisas vivas ou não. As que não vivas, bom, duas hipóteses: ou esquecidas ou ainda vivas na memória. Nada mais. Não é preciso complicar. É só e apenas isto! E é tudo o que é preciso, se soubermos aproveitar. Se não, acaba e no fim perguntamos porque desperdiçámos a vida com nada...E são os pequenos nadas que guardamos na memória que se tornam grandes, enormes e valem a pena lembrar. Aquele pássaro a cantar ao amanhecer, por entre os primeiros raios de Sol... a brisa fresca naquele dia de Verão de calor intenso... um olhar trocado entre dois estranhos...
Pequenos nadas, é verdade, mas que no fim de contas valem mais que os verdadeiros nadas, as discussões, os problemas, o mau humor, o ódio, a inveja... lembrar-se-ão de mais, certamente. Estes sim, nadas, inutilidades que de dia para dia tendem a ser maiores, a ocupar mais o pensamento das pessoas e que acabam por tornar essas mesmas pessoas num conjunto de músculos, ossos, nervos, sangue, envoltos em pele... e com um enorme nada no lugar do cérebro.
Não é um texto de revolta, não ganharia nada com isso. Não é tão pouco uma forma de alerta, não tenho pretensões a guia espiritual ou coisa que o valha. Porque o estou a escrever então? Ora, o blog é meu! Posso botar cá o que bem entender... e quem não gostar, não lê ou lê.
Continuação...
14.3.08
9.3.08
do the evolution
Admire me, admire my home
Admire my song, here's my coat
Yeah, yeah, yeah, yeah
This land is mine, this land is free
I'll do what I want but irresponsibly
It's evolution, baby
I'm a thief, I'm a liar
There's my church, I sing in the choir:
(hallelujah hallelujah)
Admire me, admire my home
Admire my song, admire my clothes
cause we know, appetite for a nightly feast
Those ignorant indians got nothin on me
Nothin', why?
Because, it's evolution, baby!
I am ahead, I am advanced
I am the first mammal to make plans, yeah
I crawled the earth, but now I'm higher
Twenty-ten, watch it go to fire
It's evolution, baby
It's evolution, baby
Do the evolution
Come on, come on, come on
Admire my song, admire my clothes
cause we know, appetite for a nightly feast
Those ignorant indians got nothin on me
Nothin', why?
Because, it's evolution, baby!
I am ahead, I am advanced
I am the first mammal to make plans, yeah
I crawled the earth, but now I'm higher
Twenty-ten, watch it go to fire
It's evolution, baby
It's evolution, baby
Do the evolution
Come on, come on, come on
5.3.08
Black and White by Steve Vaus (Under age 50? You won't understand.)
You could hardly see for all the snow,
Spread the rabbit ears as far as they go.
Pull a chair up to the TV set,
"Good Night, David. Good Night, Chet."
Depending on the channel you tuned,
You got Rob and Laura - or Ward and June.
It felt so good. It felt so right.
Life looked better in black and white.
I Love Lucy, The Real McCoys,
Dennis the Menace, the Cleaver boys,
Rawhide, Gunsmoke, Wagon Train,
Superman, Jimmy and Lois Lane.
Father Knows Best, Patty Duke,
Rin Tin Tin and Lassie too,
Donna Reed on Thursday night!
Life looked better in black and white.
I wanna go back to black and white.
Everything always turned out right.
Simple people, simple lives...
Good guys always won the fights.
Now no! thing is the way it seems,
In living color on the TV screen.
Too many murders, too many fights,
I wanna go back to black and white.
In God they trusted, alone in bed, they slept,
A promise made was a promise kept.
They never cussed or broke their vows.
They'd never make the network now.
But if I could, I'd rather be
In a TV town in '53.
It felt so good. It felt so right.
Life looked better in black and white.
I'd trade all the channels on the satellite,
If I could just turn back the clock tonight
To when everybody knew wrong from right.
Life was better in black and white!
Spread the rabbit ears as far as they go.
Pull a chair up to the TV set,
"Good Night, David. Good Night, Chet."
Depending on the channel you tuned,
You got Rob and Laura - or Ward and June.
It felt so good. It felt so right.
Life looked better in black and white.
I Love Lucy, The Real McCoys,
Dennis the Menace, the Cleaver boys,
Rawhide, Gunsmoke, Wagon Train,
Superman, Jimmy and Lois Lane.
Father Knows Best, Patty Duke,
Rin Tin Tin and Lassie too,
Donna Reed on Thursday night!
Life looked better in black and white.
I wanna go back to black and white.
Everything always turned out right.
Simple people, simple lives...
Good guys always won the fights.
Now no! thing is the way it seems,
In living color on the TV screen.
Too many murders, too many fights,
I wanna go back to black and white.
In God they trusted, alone in bed, they slept,
A promise made was a promise kept.
They never cussed or broke their vows.
They'd never make the network now.
But if I could, I'd rather be
In a TV town in '53.
It felt so good. It felt so right.
Life looked better in black and white.
I'd trade all the channels on the satellite,
If I could just turn back the clock tonight
To when everybody knew wrong from right.
Life was better in black and white!
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I'm ahead, I'm a man
I'm the first mammal to wear pants, yeah
I'm at peace with my lust
I can kill cause in God I trust, yeah
It's evolution, baby
I'm at piece, I'm the man
Buying stocks on the day of the crash
On the loose, I'm a truck
All the rolling hills, I'll flatten em out, yeah
It's herd behavior, uh huh
It's evolution, baby